domingo, 29 de junho de 2014

Veredito - Assassin's Creed IV: Black Flag

Essa postagem pode, e deve, conter SPOILERS!

Apresentação:

O blog Jogador Asatrú começará com a série "Veredito". Que será, basicamente, o veredito, resumo e minha opinião sobre: jogos de videogame - console Xbox 360 - livros que terminei de ler, filmes etc. Para iniciar a série Veredito, começarei falando do jogo que fechei semana passada, no domingo, dia 22/06/14, Assassin's Creed IV: Black Flag.

Sinceramente, não me arrependi de sacrificar minha maquiagem nova para comprar tal jogo. A jogabilidade não difere dos outros jogos da série... pelo que eu saiba... Bom, não muda da jogabilidade de Assassin's Creed Liberation, inicialmente feito para PSVita. Baixei a demo da primeira fase do Liberation pelo Xbox Live, e a jogabilidade não muda em nenhum comando sequer quando comprei o Black Flag.

A história do AC IV é ótima. Ainda estou para comprar e jogar os outros AC's e ver no que vai dar essa trama toda. Mas os acontecimentos e visões do personagem - Edward - com as pessoas que ele convive, são cativantes. É um ótimo jogo!

História:

Bem, falemos da história que se passa no game. E das partes que eu lembro. Pois tenho uma memória traiçoeira... sempre pregando peças e me fazendo lembrar das coisas depois que já relatei-as...

Edward James Kenway
Os acontecimentos se passam no ano de 1715, creio eu.O protagonista da história é Edward James Kenway, nascido em 1693 até o ano de 1735, quando veio a falecer na tentativa de se defender de dois homens mascarados que, acompanhados à outros, também mascarados, invadiram sua mansão - que se deu a entender que a mansão era em Queen Anne's Square, Londres - e a incendiaram. No ataque, esses dois homens, lutaram simultaneamente com ele, e o derrotaram. Assassinando-o friamente na frente de seu filho, Haytham Kenway com 8 anos de idade. 

Mas voltando à 1715, Edward deixou Caroline Scott - sua "mulher" aos "Olhos de Deus" como ele disse à Kid (James Kid) - , e saiu de casa com a intensão de se tornar um corsário, mas acabou se tornando um pirata mesmo. Depois de ter sido atacado por Duncan Walpole, em Cabo Bonavista, roubado suas roupas e identidade e lido uma carta do governador templário de Havana.  Acidentalmente se encontrou com Stede Bonnet, na época, apenas um mercador, e navegou - com o navio de Bonnet - até Havanna. Lá, após muitos conflitos, vendeu os documentos que Walpole se encarregou de entregar. Tais, eram as localizações de alguns assassinos - os mesmos das Caçadas Templárias -. Aproveitando isso, se tornou um Templário, mas temporariamente...

Depois disso, apenas me lembro que ele é preso. E é mandado não sei pra onde de navio. E Nesse navio ele encontrou Adewalé (Adé), que não muito mais tarde viria a ser seu futuro contra-mestre. Soltaram outros homens que estavam em cativeiro pelos espanhóis. Tais homens aceitaram ser a tripulação de Kenway. Logo, Kenway, tomou um dos navios e o nomeou de Gralha.

Foi até Nassau, e encontrou James Kid - que na verdade era Mary Read - ... Depois disso não lembro muito... só que ele foi preso - novamente -, em Port Royal, junto com Mary Read e Anne Bonne. Como as duas estavam grávidas, não foram condenadas ao enforcamento de imediato. Após 4 meses, Mary deu à luz a, aparentemente, uma menina, que foi levada dela. Mary morreu de febre, momentos depois do parto. Já Anne, estava em trabalho de parto e foi levada à Tulum por Al Tabai.

Da esquerda para à direita: Jenny, Haytham e Edward na Opera House
Então vamos para o Observatório em Long Bay (na mesma ilha de Kingston). Depois de muita treta, Bartholomew Roberts, que entendi como o Sábio da porr* toda, usou Edward e o traiu. Após Edward se ferir, ele vai atrás de Black Bart, pois ele tem uma coisa que ele quer: o crânio que serve de Observatório. Ai acontece umas tretas e Edward vai atrás de Laureano Torres, mas de primeira assassina um sósia, depois mata seu guarda costas, volta à Long Bay e vai atrás de Torres - de novo - e finalmente mata Laureano. E daí o jogo acaba. E são mostradas algumas cenas em que Edward conhece sua primeira filha, Jenifer Scott (Jenny) e a leva para Londres para começar uma nova vida lá. E mostra outra no aniversário de Haytham na Opera House.
Vamos agora à Jogabilidade...

Jogabilidade:

Eu, sinceramente, achei meio "pesada". Como assim pesada? Bom, deixa eu explicar. Como eu sou meio "impaciente", eu gosto de tudo na hora. E com a jogabilidade de AC IV Black Flag não é assim. E se você for como eu, terá dificuldades em: contra-atacar (quando há muitos inimigos), escalar e andar pelos telhados (quando estiver fugindo)  e quando estiver mergulhando (explorando algum naufrágio). Mas tirando isso, para pessoas que são mestres do AC, como meu primo, não terão dificuldades nenhuma. Como mencionei antes, os controles de cada jogo da série Assassin's Creed não muda.
Agora o veredito:

Veredito:

Se minha opinião tiver algum valor nesse mundo em que vivemos: eu gostei bastante do jogo. A história é boa, os golpes que seu personagem dá são muitos fodas e etc. E é isso pessoas, eu sei que ficou uma bosta, mas tudo bem. Essa foi uma das primeiras postagens que eu escrevi tudo de cabeça, que não houve pesquisa alguma (tirando as imagens). Obrigada por ler. E que Thor lhe dê força e boa sorte, que Odin lhe dê sabedoria, e que Freyr lhe dê fertilidade por onde passar.

HAIL TO THE MIGHTY RED THOR! GREAT ENEMY OF WHITE CRIST!

Apresentação minha e do blog

O blog Jogador Asatrú terá muitas postagens relacionadas à criptozoologia, jogos de videogame, Asatrú Vanatrú (paganismo nórdico), mitologia (principalmente nórdica), livros (geralmente de fantasia), Ufologia, astronomia, e outras coisas que eu achar interessante.

Para começar, meu nome é Esther, apenas Esther. Que tem sua origem com o nome de uma deusa babilônica, persa e suméria: Isthar, deusa dos céus e das estrelas. Que representa o bem e o mal, o vivo e o morto, o mundo e o submundo. A guerreira, a virgem e a mãe. Considerada a Trindade.
Porém não se escreve Isthar, porque foi "alemanizado" e depois "ingleszado" e se tornou: Esther. Todos acham que é por causa da Rainha Ester, que antes disso era Hadassa. Mas o nome foi dado à ela pelo rei persa da qual se casou. Sendo que Isthar também é uma divindade persa é de se entender que não é por causa da bíblia, e sim da mitologia... Acho que já falei bastante de meu nome. Bem, tenho 14 anos e estudo. Como não tenho mais nada para fazer, eu pesquiso coisas, geralmente científicas relacionadas à criptozoologia, mitologia, ufologia e astronomia. Depois meu pai diz que eu não estudo. E pesquisando tudo isso, me dá vontade de criar um blog. o Jogador Asatrú não é o meu primeiro blog. Já é o 3o ou 4o site que já criei. Mas os outros ficaram chatos. E espero que este não fique chato também. A origem de Jogador Asatrú é: eu gosto bastante de jogos de videogame (mesmo não tendo fechado/detonado muitos) e minha crença religiosa é o Asatrú Vanatrú, conhecido como apenas "paganismo nórdico", pelos mais leigos e ignorantes. Creio que foi uma boa base para criar um blog que aborde esse dois assuntos principais. Mas como eu escrevi antes, também abordará outros assuntos. Já vou avisando que, como sou bem "mente aberta" como diz minha melhor amiga, postarei bastante coisa "estranha" para alguns fanáticos religiosos por aí. Porém creio que: eles não saibam usar a internet nem para entrar no Facebook, então imagino que não encherão o meu saco.

Não sou daquelas menininhas que acha Restart, Fresno, NX0 rock. E nem daquelas que ouve Jack Daniel's e bebe Ramones ou Nirvana. Claro que com tudo que eu escrevi acima sobre mim e o blog, já é de se imaginar que eu curto uns Heavy Metal como: Megadeth, Manowar, Iron Maiden, Helloween, Judas Priest, Týr, Ensiferum (nem sei se é Heavy Metal, mas tudo bem) , Vanir, Falkenbach e outras bandas "vikings" e de HM. E acho repugnante aquelas pessoas que acham que são HeadBangers só por causa que ouve o barulho de Slipknot e Linkin Park. Sim, admito que há músicas do Linkin Park que eu gosto, mas a pessoa não pode se achar Banger só por ouvir isso. E todos concordemos que Slipknot é barulho sim. Até o vocal de Amon Amarth é melhor que o dessa "banda de rock". Sinceramente, antes que me apedrejem, Amon Amarth é foda sim. É do caralho! Mas eu acho o vocal de Johan Egg meio zuado. Mas vai de cada um.

Não gosto da maioria das coisas que as garotas comuns da minha idade gostam. Mas sei conviver muito bem com isso. Pois sei que não sou a única. Então essa é oficialmente a primeira postagem do blog. Obrigada por ler. E que Thor lhe dê força e boa sorte, que Odin lhe dê sabedoria, e que Freyr lhe dê fertilidade por onde passar.

HAIL TO THE MIGHTY RED THOR! GREAT ENEMY OF WHITE CRIST!

ps: há vagas para CDC's sobrando, se estiver interessado, escreva no comentário que entrarei em contato.